Conhecida pelo seu caráter turístico, Cachoeira recebe pessoas de vários lugares do país e do mundo em diferentes épocas do ano, que vão desde o São João à famosa Festa da Boa Morte. A cidade, além de contar com algumas pousadas, recentemente, ganhou dois apart hotéis, proporcionando uma maior variedade em hospedagem ao turista.
“Geralmente os estrangeiros (em sua maioria franceses e norte-americanos) optam por ficar em pousadas. Já os apart hotéis costumam receber profissionais de outras cidades, como professores, médicos e funcionários de empresas”, afirma Josevaldo Oliveira, gerente de um dos apart hotéis.
O perfil do turista também varia a depender da festa. No São João e na Festa D’Ájuda, por exemplo, ocorre um turismo interno, atraindo pessoas de Salvador e outras cidades do estado. Já a famosa Festa da Boa Morte, época de maior fluxo turístico na cidade, há um maior uma maior número de estrangeiros.
Segundo Valmir dos Santos, administrador da Casa Boa Morte, é na festa da Boa Morte que os serviços hoteleiros se encontram deficientes, devido ao grande número de turistas. Porém, em outras épocas do ano, as pousadas dão conta de atender a todos. “A alta estação é entre julho e outubro. Nessa época, os estrangeiros começam a chegar para a festa. A Boa Morte é o ouro do turismo de Cachoeira”, diz.
Valmir afirma que a partir da década de 70, Cachoeira passou por uma fase de reconstrução. Nasce, nessa época, a Cabana do Pai Thomaz e a Pousada do Guerreiro, iniciando o turismo no município. “A cidade mudou muito, mas acredito que ainda mudará mais. Hoje, ela não é só turística. Está se tornando universitária”, comenta ele.
“Existe ainda o projeto de Cachoeira ser elevada à categoria de patrimônio mundial. Caso esse fato ocorra, a cidade “pegará fogo”. Será preciso abrir mais uns 30 hotéis. Acredito que isso acontecerá em breve”, conta Josevaldo Oliveira.
Por Gislene Mariano


maio 16, 2009 - 9:22
olha eu la veiiiiiiiii