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Plano de Cultura

É um instrumento de gestão que planeja a política cultural a ser desenvolvida pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia por um período de dez anos. Adotar o Plano de Cultura contribui para que se possa planejar e desenvolver estratégias de sustentabilidade para as suas ações de extensão, pesquisa, ensino e ação afirmativas relacionadas ao campo da arte e da cultura.

 

Elementos Constitutivos

 O Plano de Cultura se constitui dos seguintes elementos:

Diagnóstico

Caracterização atualizada sobre a cultura nos territórios onde a UFRB está situada, seguida de uma reflexão sobre essa realidade, de modo que se tenha, ao fim da análise, um indicativo das vocações e potencialidades, fragilidades e obstáculos da atuação da Universidade no campo cultural. Envolve também refletir como a atuação da Universidade se relaciona com políticas públicas mais amplas do campo cultural: Plano Nacional de Cultura, Lei Orgânica da Cultura do Estado da Bahia, Planos Territoriais de Cultura, entre outros.

Diretrizes

São linhas de orientação que servem como elementos balizadores para o alcance de objetivos, metas e execução de ações. As diretrizes dão rumo e direção; fundamentam a política pública expressa no Plano de Cultura. Elas imprimem um sentido ao desenvolvimento cultural pretendido.

Eixos de Atuação

Macro temas, linhas de atuação da Universidade.

Objetivos por Eixo de Atuação

Responde à questão: ONDE QUEREMOS CHEGAR? São decisões relacionadas aos resultados que se quer alcançar.  São resultados, são alvos.

Metas por Objetivo

São alvos físicos tangíveis, quantificados, projetados e alinhados em horizontes de tempos definidos. Representam os resultados quantitativos a serem atingidos no alcance de cada objetivo. Possibilitam o monitoramento e acompanhamento do Plano, de modo a conhecer o seu progresso, corrigir desvios e promover ajustes.

Atividades por Meta

São as operações para alcançar ou produzir uma meta. Cada ação deve resultar em um produto (bem ou serviço), podendo converter-se em projeto ou atividade. Através da ação é possível concretizar metas, as quais, por sua vez, ajudam o alcance dos objetivos que juntos conseguirão construir o cenário futuro desejado para a cultura. A ação funciona como instrumento executivo para o alcance da meta.

Resultados

São consequências esperadas das metas. Esse reconhecimento permitirá definir o resultado necessário e possível para o alcance dos alvos estabelecidos. Os instrumentos de políticas públicas possuem um ciclo de vida que envolve formulação, implementação e avaliação, incluindo aí o monitoramento. E é na identificação de resultados que se inicia com mais clareza o estabelecimento de referências para esse monitoramento.

Prazos

Os prazos, assim como os recursos, são estimados com base nas ações e tendo como referência o limite de tempo para o alcance da meta. Ao estimar o prazo de cada ação no horizonte de dez anos vamos elaborar um cronograma macro que, associado aos recursos necessários, será uma ferramenta importante de gestão para o plano de cultura. O cronograma de um plano estratégico é macro porque não detalha etapas, atividades ou tarefas. Essa providência será tomada posteriormente pelas Pró-Reitorias, Centros de Ensino e equipamentos culturais da UFRB, enquanto executoras do plano, sob o acompanhamento do Fórum de Cultura da UFRB. O importante é que se estabeleça uma cronologia das ações, preferencialmente anual, para que se tenha referência de quando cada uma deve ser viabilizada de modo a não comprometer o alcance das metas.

Indicadores

São parâmetros para medição da situação futura desejada em relação à situação atual encontrada. Indicadores compõem a base do monitoramento do Plano de Cultura. Geram elementos para que todos possam acompanhar o nível de execução do que foi planejado, de maneira simples, clara e de fácil entendimento.

Sistema de acompanhamento, monitoramento e avaliação

Definição de metodologia para o processo de acompanhamento, monitoramento e avaliação das ações previstas no plano. O monitoramento afere os avanços proporcionados pela execução do Plano de Cultura em relação à situação inicial. Trata-se de uma avaliação continuada e voltada para a resolução de problemas que normalmente surgem no processo de desenvolvimento de qualquer plano.

Recursos e estratégias de sustentabilidade

Definição dos recursos institucionais que serão aplicados para execução do plano, bem como estratégias complementares de mobilização de parcerias externas.

Legislação

Existem legislações que institucionalizam o Plano de Cultura na Universidade.

 

Por que fazer? 

O Plano de Cultura tem como objetivos contribuir para:

a) Fortalecer e valorizar a diversidade dos Territórios de Identidade do Portal do Sertão, do Recôncavo da Bahia e do Vale do Jiquiriçá, promovendo a conexão entre a universidade, os territórios e as organizações da sociedade civil;

b) Garantir os direitos culturais da comunidade acadêmica da UFRB e as comunidades com as quais a universidade se relaciona, através de ações que articulem o ensino, a extensão, a pesquisa e as políticas afirmativas;

c) Implementar, de forma participativa, a política cultural da UFRB.

Entende-se por política cultural as formulações e/ou propostas desenvolvidas pela administração pública, organizações não-governamentais e empresas privadas, com o objetivo de contribuir com o desenvolvimento simbólico e a promoção do direito cultural das populações e de promover intervenções na sociedade através da cultura. A política cultural da Universidade envolverá um conjunto articulado, continuado, deliberado e sistemático de programas, projetos e ações, que implicará em diretrizes, metas e atividades, demandando a formulação de legislações, normas e rotinas e a mobilização de recursos institucionais, materiais, legais, humanos e financeiros.

 

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