Rede Beira-Mar
A Rede Beira-Mar foi criada para investigar as Restingas da Bahia e Espírito Santo. A rede reúne 60 pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação, 13 bolsistas de produtividade, provenientes de 15 instituições brasileiras. O trabalho está organizado em oito Projetos Associados, conduzidos em oito núcleos distintos.
A inclusão de Restingas entre os sítios de pesquisa contemplados pelo PPBio é importante. As restingas não figuram entre as áreas prioritárias para conservação no planeta (Conservation International, 2007). Isso ocorre por se tratar de um ecossistema considerado associado da Mata Atlântica (sensu lato) com diversidade biológica menor que a Mata Atlântica (sensu stricto) e com baixo endemismo, já que a maioria das espécies que habitam estes sedimentos quaternários migrou das florestas tropicais geologicamente mais antigas. A Rede busca preencher a lacuna de conhecimento sobre o tema.
Objetivo Geral
Criar a Rede Beira-Mar: Biodiversidade, Conservação e Uso das Restingas da Bahia e Espírito Santo visando avaliar a extensão e estado de conservação dos remanescentes de Restinga dos estados da Bahia e Espírito Santo, e, em oito áreas selecionadas, investigar a biodiversidade, estrutura da vegetação, diversidade genética, serviços ecossistêmicos prestados, e as possibilidades de uso de microrganismos nativos de restinga para a produção de mudas e recuperação de áreas degradadas.
A gestão da Rede Beira-Mar está organizada em três níveis:
1) uma Coordenação Geral,
2) um Comitê Gestor e um Comitê Científico, e
3) oito coordenações dos Projetos Associados (PAs).
