Arquivo | Juventude

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Jovens Católicos se encontram em Cruz das Almas

Postado em 22 outubro 2009 por Gustavo Medeiros

Jovens católicos de diversos municípios do Recôncavo baiano estarão reunidos na cidade de Cruz das Almas, no X Encontro de Jovens com Cristo (EJC), domingo (25 de outubro), Dia Nacional da Juventude. O encontro que terá início às 7h, será na sede do Clube  Cruz das Almas, localizado no centro da cidade. “Contra o Extermínio da Juventude, na Luta pela Vida” é tema do encontro, cujo lema será “Juventude em Marcha Contra a Violência”. O evento que a cada ano acontece em uma cidade da região é organizado pela Pastoral da Juventude do Recôncavo.

Os organizadores do evento aguardam a participação de dois mil jovens nas atividades previstas para acontecer durante todo o dia. Consta da programação, a celebração de uma missa, debates, oficinas temáticas, shows, além da realização de uma passeata com todos os participantes pelas principais ruas da cidade de Cruz das Almas. As atividades programadas, de acordo com os organizadores, visam estimular a cidadania e a consciência contra a violência, promovendo a construção de uma cultura de paz entre todos os membros da sociedade.

O encontro, dizem os membros da Pastoral da Juventude do Recôncavo, pretende chamar a atenção para os reflexos negativos no seio da sociedade provocados pelas distorções das estruturas sociais “que geram mortes e violência”. “A manifestação promovida pela Pastoral da Juventude do Recôncavo pretende estimular a renovação do movimento com a dignidade humana e o fortalecimento da esperança de um outro mundo possível, no qual toda a vida tem o mesmo valor”, disse o estudante universitário Mário Jorge Filho, membro da Pastoral.

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Programa capacita 60 jovens na área de turismo

Postado em 06 outubro 2009 por Gustavo Medeiros

Resultado da parceria entre as secretarias municipais do Planejamento e Desenvolvimento Econômico (SEPLAN), Educação e a Secretaria Estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (SETRE), o Programa Juventude Cidadã capacita 60 jovens de Cruz das Almas para trabalharem no setor de turismo da cidade.

Divididos em duas turmas, os jovens assistem aulas teóricas e práticas de segunda a sábado, no CSU (Centro Social Urbano), bairro da Coplan, sobre as técnicas de trabalho no ramo de hotelaria, restaurante, pousadas e recepções de eventos. Iniciado em setembro, o curso termina no próximo mês de dezembro e paga uma bolsa mensal de R$ 150,00 para cada aluno.

As inscrições aconteceram no SineBahia e a SETRE selecionou os alunos que são estudantes da rede pública, têm de 16 a 24 anos, nunca tiveram vínculo empregatício na Carteira de Trabalho e pertencem ao Programa Bolsa Família.  Em Cruz das Almas, o Programa Juventude Cidadã já formou turmas de Agroextrativismo, telemática e elétrica.

Por ASCOM PMCA

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Festival abriu espaço para a arte e a voz da juventude

Postado em 28 setembro 2009 por Gustavo Medeiros

Roupas descoladas, sorriso fácil e muita irreverência forão as marcas dos freqüentadores da Praça Multiuso no último final de semana. Organizado pela Secretaria Municipal de Políticas Especiais, o Festival da Juventude reuniu todas as tribos de Cruz das Almas.

 No evento houve apresentações de grupos culturais e debates sobre o desenvolvimento sustentável, a maioridade penal, drogas e discriminação racial.

         Aberto na sexta-feira (25/09), o Festival trouxe os shows da dupla Frans e Felipe, Neto do Rap e das bandas Exclusos e 969. Em seu discurso, a secretária Ilza Francisca falou sobre a importância da criação do espaço para os jovens. “Este local, durante todo o final de semana, servirá para a juventude mostrar sua arte e sua voz”.

         Prestigiando a abertura do evento, o deputado estadual Javier Alfaya (PCdoB) lembrou da história estudantil do município. “A trajetória dessa cidade na luta dos jovens remonta à época da antiga Escola de Agronomia, hoje transformada na UFRB (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia)”, comentou o parlamentar.

         O prefeito Orlandinho mostrou a importância da criação da Secretaria de Políticas Especiais há três anos. “Muitas temáticas esquecidas não eram debatidas em nossa cidade. A questão da discriminação racial, a violência contra as mulheres e a oportunidade de dialogar com a juventude. Ouvir a população é o pontapé inicial para construir políticas públicas efetivas”, disse.

         Além das apresentações artísticas, o encontro contou  o stand com imagens das lutas dos estudantes da UNE , barracas de artesanato, grafites, apresentação de grupos de dança e encenação de peça teatral.

Por ASCOM PMCA

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Festival da Juventude: inscrições acabam nesta quarta-feira

Postado em 22 setembro 2009 por Gustavo Medeiros

Encerra nesta quarta-feira (23/09), às 17h, as inscrições para participar da gincana e atividades culturais do Festival da Juventude que acontece de 25 a 27 de setembro, na Praça Multiuso. Promovido pela Secretaria de Políticas Especiais, o encontro pretende debater políticas públicas para os jovens.

Discussões sobre drogas, maioridade penal e desenvolvimento sustentável incluem os jovens na pauta do debate. O encontro começa na sexta-feira (25/09), às 17h, com a apresentação de voz e violão de Franz e Felipe e a música de Neto do Rap, Exclusos e 969.

Para confirmar presença na gincana e atividades culturais, os interessados devem se dirigir à Secretaria Municipal de Políticas Especiais, localizada no primeiro andar do antigo prédio do BANEB, na Praça Senador Themístocles, Centro. As outras atividades do Festival da Juventude são abertas ao público e não precisam de inscrição.

Por Maurício Medeiros

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Festival da Juventude inscreve até a próxima quarta

Postado em 17 setembro 2009 por Gustavo Medeiros

Seguem abertas até o dia 23 de setembro as inscrições para o primeiro Festival da Juventude. O evento realizado pela Secretaria Municipal de Políticas Especiais ocorre entre os dias 25 a 27 de setembro na Praça Multiuso.

Para participar do evento, os interessados devem se dirigir à Secretaria Municipal de Políticas Especiais localizada no primeiro andar do BANEB, na Praça Senador Themistocles, Centro, e preencher a ficha de inscrição. A Secretaria informa que o limite máximo para formar os grupos que vão participar da gincana cultural é de 20 integrantes.

Por Gustavo Medeiros

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Vem aí o 1º festival da juventude

Postado em 11 setembro 2009 por Gustavo Medeiros

A Secretaria Municipal de Políticas Especiais promove, na Praça Multiuso em Cruz das Almas, o Iº Festival da Juventude entre os dias 25 a 27 de setembro. O evento pretende discutir e formar políticas públicas para o segmento jovem. As inscrições começaram na última terça- feira (08/09) e seguem até o dia 22 de setembro.

Na agenda do festival ocorrem palestras, mesas redondas, manifestações artísticas, apresentação de bandas musicais e uma gincana cultural. Além disso, temas como a maioridade penal, drogas e desenvolvimento sustentável fazem parte da pauta.Para a secretária Ilza Francisca, a realização do evento vai proporcionar a formação de um documento municipal da juventude a partir dos temas debatidos. “A intenção do evento é dizer ao governo o que o município precisa para a juventude”, declara.
Para participar do festival, o jovem deve procurar a Secretaria Municipal de Políticas Especiais localizada no primeiro andar do antigo prédio do BANEB, na Praça Senador Themistocles, e preencher a ficha de inscrição. A secretaria informa que a quantidade máxima de integrantes para a formação dos grupos da gincana cultural é de 20 pessoas.

Por Gustavo Medeiros

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Quem são os emos?

Postado em 08 dezembro 2008 por Hamurabi Dias

Emo é um gênero musical que têm suas origens no Hardcore. O estilo cresceu muito nos últimos tempos e caiu no gosto dos jovens com idade entre 11 e 18 anos. Para Tiago Carvalho, 18, baixista da banda Conflicts, de Santo Antonio de Jesus, o crescimento da tribo se dá por modismo.

O Emocore nasceu nos Estados Unidos, nos anos 80, o estilo mistura som pesado com letras românticas. O estilo de se vestir também é característica marcante dos emos, All Star, coturno, calça jeans colada ao corpo, jaquetas, cinto com pirâmides e franja nos cabelos. Na opinião de Tiago as pessoas acabam confundindo o estilo de se vestir com a música.

Os emos sofrem com o preconceito, chegam a ser agredidos fisicamente e verbalmente nas ruas. Márcia Garcia, 26, auxiliar administrativo, diz que é um movimento como todos os outros e que deve ser respeitado. “Não me rotulo a nenhum movimento ou estilo, porque sou muito eclética, gosto de algumas bandas do estilo, não me considero emo”, comenta Márcia. Para ela, ser ‘emo’ é se identificar com o estilo e não apenas ouvir algumas músicas, mas adotar também o jeito de vestir e pensar.   

Por Rosivaldo Mercês

Comunidades no Orkut demonstram o preconceito com os emos:

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=11187451

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=18958412

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=8065310

Veja também:

Punks no jardim-de-infância

Video: Materia do Fantástico

Reportagem do Jornal Hoje:

[youtube]dH4relISwfQ[/youtube]

 
Bandas do estilo:

Nx Zero; Fresno; The Used; Cpm 22; Good Charlotte; Emoponto

 

 

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Cresce o número de jovens no mercado de trabalho

Postado em 04 dezembro 2008 por Tamires Peixoto

Vários são os motivos que levam os jovens a pensar no trabalho mais cedo. Aelson Ribeiro, 21 anos, responsável por uma lan house em São Félix, trabalha desde os 15 anos de idade. Para ele, quando o adolescente começa a trabalhar cedo, ele dá mais valor a vida, cria mais responsabilidade e aprende a não depender dos pais o tempo todo.
Segundo o site Educação Já, no Distrito Federal registrou-se um aumento de 150% no número de crianças e adolescentes que trabalham no setor informal urbano e no setor doméstico. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística) afirmou que o trabalho autônomo expandiu mais nos anos 90, do que na década anterior.
“Comecei a trabalhar por vontade própria. Tive como exemplo a minha mãe, que trabalhava muito para não faltar nada dentro de casa. Só em poder comprar as minhas coisas já foi um grande incentivo”, acrescenta Aelson.
Não faltaram motivos, como necessidades pessoais e materiais, para Jucilene Pinheiro, 20 anos, moradora de Marogojipe, começar a trabalhar cedo. Aos 17 anos, Jucilene viu a necessidade de lançar-se no mercado de trabalho. As suas vontades e a busca pela liberdade de compra, contribuiu ainda mais para isso. “Trabalho de forma autônoma desde os 17 anos e há oito meses vendo confecções na feira livre de São Félix”, diz.
E continua: “Não precisei deixar os meus estudos para trabalhar. Soube conciliar sem problemas. Também não trabalho para ter que ajudar dentro de casa, mas se precisar eu ajudo”.
No comércio de São Félix é fácil encontrar funcionários jovens. Patrícia Araújo, 20 anos, trabalha em um armarinho da cidade. “O que me motivou a trabalhar foi a vontade de ser ‘independente’. Trabalho para o meu próprio consumo. Há um ano tomei essa iniciativa”, explica.
Na maioria dos casos a autonomia financeira serve para comprar utensílios pessoais, pré-vestibulares e festas. Uma maneira indireta de isentar os pais de pequenas despesas dos filhos.

Matérias relacionadas:

Afrodescendentes e cotas no mercado de trabalho ;

Situação do jovem no mercado de trabalho – artigo.

Por  Maiane Matos

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Pais e filhos: O relacionamento quase perfeito

Postado em 04 dezembro 2008 por Tamires Peixoto

A base da formação de todo ser humano começa pela família. Os pais possuem um papel fundamental no desenvolvimento e na vida de seus filhos.
O significado da família, para muitos, é amor, proteção, apoio. Porém, para outros, não é bem esse o significado e nem sempre esses sentimentos existem.
Danilo Moreira de Souza Albuquerque, 15 anos, estudante, morador de São Félix, relata que a convivência com os seus pais é “normal”. As discussões são regulares e a falta de diálogo dificulta em pouco o entendimento entre eles. “Eu não converso muito com minha mãe nem com o meu pai. Tenho vergonha. Eles também não me dão abertura para conversar. Eu sinto muito falta disso”, completa.
Danilo, em vários momentos da sua fala, mostrava tristeza no olhar. A vergonha que ele sente não é só em falar com os pais, mas também é em falar sobre os seus pais.
Na maioria dos relacionamentos entre os jovens e seus pais, os desentendimentos advêm da ausência de carinho, atenção e, sobretudo de diálogo.
“Eu não tenho sentimento nenhum por eles. Eles não conversam comigo e eu nunca tentei chegar até eles para conversar. Meus pais não são grosseiros, mas não são carinhosos”, conclui Danilo.
Casos e casos. Ao contrário de Danilo, Robson Borges dos Santos, 16 anos, estudante, também morador de São Félix, define o seu relacionamento com seus pais de “favorável”: “O nosso convívio é uma troca de informações”, explica.
A família significa para ele a sua própria vida. Não existem dificuldades. Ele apenas ressalta que, por motivos de trabalho ou desencontros, seu pai, às vezes, é ausente no seu dia-a-dia. “Se eu estivesse no lugar do meu pai, eu tentaria ser muito mais presente na vida dos meus filhos. Mas o bom de tudo é que quando nos encontramos é muito bom. Parecemos dois amigos”, acrescenta.
Robson ainda diz que muitos jovens querem ter uma liberdade, dentro e fora de casa, de forma desenfreada e repentina. Para ele as conversas e a experiência dos pais são essenciais para que essa “autonomia” aconteça e para que a relação entre ambos seja da forma como deve ser: verdadeiros pais e filhos.
Em artigo publicado no site www.psicologia.com.pt, a psicóloga Ana Cláudia Ferreira de Oliveira explica como se dá a relação entre pais e filhos. Além disso, a psicóloga enfatiza a necessidade dos pais criarem os seus filhos com muito amor e carinho, não esquecendo de impor os limites necessários para estabelecer um bom convívio.

Por Maiane Matos

Ouça o áudio com a psicóloga do CRAS de São Félix.

Veja links relacionados :

Pais e Filhos – uma nova relação ;

A delicada relação entre pais e filhos.

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Religião também é tema das discussões dos jovens

Postado em 01 dezembro 2008 por Tamires Peixoto

A religiosidade é um assunto que não está distante dos jovens, eles são na verdade o grande alvo, e têm pensamentos e opiniões próprias a respeito da fé, da crença. Como têm se comportado os jovens diante das muitas religiões que existem? Muitos têm a independência de se definirem como ateus, outros não têm a preocupação de se definirem religiosamente, mas a grande maioria dos jovens se declara adepta de alguma crença. Ainda que não sejam tão dedicados, quanto à freqüência de missas ou cultos, quanto à doutrina da religião, eles assumem uma identidade religiosa, principalmente sob a influência da família.
Fred Santiago, 20 anos, estudante do curso de História, diz não acreditar em divindades e em nenhum intelecto sobrenatural. Diferentemente de sua família que é de tradição judaica-cristã, Fred é ateu. “Em uma parte da minha vida eu comecei a ler muito e comecei a ver as incongruências entre o que a religião professa e o que os sacerdotes fazem. Eu entendi que ao longo da história as religiões foram criadas pelos homens para controlar os próprios homens”, explica Fred.
Tomar seu próprio norteamento, definir sua própria verdade, é um desafio para o jovem. A professora de informática Cíntia Pereira, 21 anos, tomou sua decisão sozinha. Sem a influência da família, tornou-se evangélica. No início só freqüentava os cultos, mas aos dezoito anos “aceitou Jesus”, e se converteu ao protestantismo.
Algumas igrejas têm cultos específicos para jovens, grupos de atividades artísticas e de lazer, como dança, teatro, música, tudo com a finalidade de atrair os adolescentes, e desfazer a idéia de que a religião torna a vida chata, cheia de regras e sem prazer.
Apesar da autonomia que os jovens presumem possuir para fazer suas escolhas, a influência da família é inquestionável. Tanto Sara Regina Oliveira, 22 anos católica e Zenilda Santana, 20 anos, adepta ao candomblé, seguiram as religiões de seus pais. “Minha família é toda do candomblé. Meu pai era do candomblé, minha mãe é. Desde pequena freqüento o candomblé. Aos sete anos de idade achava lindos os orixás, e desde cedo eu dizia que eu ia fazer a cabeça, que ia fazer o Santo”, diz Zenilda.
O jovem Bruno de Souza, diz sofrer preconceito por ser espírita. “Nem todos os jovens buscam um ideal religioso para suas vidas. Acham que a gente só deve entrar na religião quando estiver velho”, afirma Bruno. O espiritismo lhe deu amadurecimento e há oito anos ele participa das reuniões no Centro Espírita Consolador dos que Sofrem, em São Félix.  Aprendeu com o espiritismo a pensar antes de falar e se preocupar mais com o próximo. Assim como Bruno, Fred, por ser ateu, também sofre preconceito. Segundo ele, as pessoas gostam de exaltar suas religiões. Por isso em algumas discussões, Fred sempre diz: “Respeite minha descrença, que eu respeito a sua crença”.
Diferentes caminhos, mas uma única intenção: determinar o que é melhor para suas vidas, se ser ateu, católico, espírita, evangélico, candomblécista, ou qualquer outra religião. O que os jovens querem ou não querem é estabelecer seu posicionamento, sua opinião dentro da sociedade.

Por Aline Santos e Maiane Matos

Sites relacionados:

Observatório Jovem – Religião é opinião?

Juventude, religião e neoliberalismo

Assista o Vídeo - Oração do Santíssimo na Igreja Deus Menino em São Félix

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