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Corpo Docente Mídia e Sensibilidade

brasil 1  espanha



foto 2020   Amaranta César

Possui graduação em Comunicação com Habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia (1998), mestrado em Comunicação e Culturas Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia (2002), doutorado em Cinema e Audiovisual pela Universidade de Paris III - Sorbonne-Nouvelle (2008). Realizou estágio de pós-doutorado na New York University e na Universidade Federal de Pernambuco. Professora do Centro de Artes, Humanidades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Foi curadora e organizadora da Mostra 50 Anos de Cinema da África Francófona (Ano da França no Brasil, 2009). Idealizou e coordena o Cachoeiradoc - Festival de Documentários de Cachoeira (BA). Coordena o Grupo de Estudos e Práticas em Documentário. Integrou a equipe de curadoria do Festival de Cinema Brasileiro de Brasília (2013, 2017, 2018). Tem participado de inúmeros festivais como júri, palestrante, conferencista. Tem apresentado trabalhos e publicado artigos com enfoque em cinema e diferença, documentário, cinema africano e da diáspora, cinema brasileiro, análise fílmica.

Projeto de pesquisa: Conviver com o cinema: curadoria e programação em cinema como práxis crítica, ato de engajamento e articulação de diferenças culturais

O presente projeto tem como objetivo consolidar uma investigação sobre a atividade de curadoria e programação em cinema enquanto uma práxis crítica, capaz de responder à interpelação política de novas produções cinematográficas, oriundas de novos sujeitos de cinema atuantes no cenário cinematográfico contemporâneo. Analisaremos as estratégicas forjadas pelos festivais de cinema brasileiro (que crescem em número e impacto crítico-histórico) para enfrentar as fraturas raciais, de gênero e classe constitutivas da cultura e sociedade brasileiras no seu modo de afetar, especificamente, o cinema, enquanto instituição. O interesse da pesquisa é refletir em que medida uma atividade de curadoria e programação, em contextos multiculturais e pós-coloniais, pode se constituir como um articulador de diferenças culturais. A intenção que circunscreve o objeto deste trabalho é tanto a de elaborar uma reflexão teórica a respeito da atividade de curadoria em cinema, articulada a noções de representatividade e representação, quanto a de investigar, comparativamente, práticas curatoriais em festivais diversos (nacionais e estrangeiros) e suas implicações críticas e sócio-políticas.



foto lattes   Danillo Barata


Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC São Paulo, Mestre em Artes Visuais pela Universidade Federal da Bahia – UFBA. Diretor do Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (CECULT-UFRB), campus Santo Amaro da Purificação. Professor colaborador do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais - PPGAV na Escola de Belas Artes da UFBA. Coordenou a pesquisa e a elaboração do Dossiê de registro e salvaguarda do Bembé do Mercado como Patrimônio Cultural do Brasil, pelo IPHAN, em 2019. É curador e organizador do Paisagem Sonora (Mostra Internacional de Arte Eletrônica do Recôncavo da Bahia). Possui obras em acervo no Museum der Weltkulturen Frankfurt na Alemanha, na World Wide Visual Factory (Holanda), no Museu de Arte Moderna da Bahia e no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Em 2006, recebeu o prêmio aquisição no 13º Salão do MAM- Bahia e em 2007 o Prêmio Videobrasil WBK Vrije Academie no 16º Festival Internacional de Arte Eletrônica - Videobrasil.


Projeto de pesquisa: Corpo-imagem

O vídeo, no contexto da arte contemporânea, passa por uma contínua transformação. Trata-se de uma emancipação no campo da visualidade dos métodos operacionais quanto aos gêneros e, sobretudo, às linguagens. Ao observar as transformações ocorridas no campo do vídeo nos anos 1980 e 1990, notamos uma estreita relação com as práticas, no campo artístico, do registro, da performance e do diário íntimo. A facilidade no uso das câmeras digitais, aliada ao «excesso» na captura e no descarte, proporcionou uma mudança radical no que tange às relações com a imagem. As obras analisadas e distribuídas neste projeto, composto por 32 obras, formam a cena de artistas que articulam uma pesquisa sólida no campo da imagem, perseguindo os processos performativos e sua potencialização através da imagem. São performers e videoartistas que conseguem atuar como parte do ambiente que performam e, por isso, suas performances e vídeos apresentam uma pulsação curiosa e sutil. Motivados por essa tendência, buscamos uma ampliação desses conceitos e dos meios artísticos de expressão, para uma pesquisa em análise das mídias.



pesq jorge cardoso filho 225x300   Jorge Cardoso Filho

Jornalista graduado pela UFBA (2004), mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela UFBA (2006) e doutor em Comunicação pela UFMG (2010). Realizou estágio doutoral (sandwich) sob a supervisão de Martin Seel, na Goethe-Universität Frankfurt am Main (2009). Realiza estágio de pós-doutorado da Universidade Federal Fluminense. É docente do Centro de Artes, Humanidades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - UFRB. Professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas, UFBA. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - PQ nível 2. Membro da IASPM - Rama América-Latina e da INTERCOM. Coordena o Grupo de Estudos em Experiência Estética: Comunicação e Artes (GEEECA), cadastrado no CNPq. Autor e organizador de livros, entre os quais se destacam: Práticas de Escuta do Rock (2013), Experiência Estética e Performance (2014) e Comunicação, Estética e Política (2020). Tem experiência na área de Teorias da Comunicação e das Linguagens, atuando principalmente nos seguintes temas: Música, Estética da Comunicação, História dos Meios e Crítica Cultural.

Projeto de pesquisa: Diáspora e perspectivismo no Rock. Experiências nas cenas musicais de Salvador e do Recôncavo, BA

Este projeto de pesquisa busca interpretar as cenas musicais Rock em Salvador e nas cidades do território de identidade conhecido com Recôncavo da Bahia a partir da presença, (des)valorização e distribuição de características diaspóricas e/ou perspectivistas nas sonoridades, letras e performance social dos agentes envolvidos na experiência cotidiana do Rock, compreendido como um gênero cultural. Nesse sentido, mapeia e sistematiza as cenas musicais Rock das cidades de Salvador, Cachoeira, São Félix, Maragojipe, Cruz das Almas e Santo Antônio de Jesus a partir daqueles gestos poéticos entendidos como anacronismos, quais sejam: movimentos que tomam o tempo de baixo para cima, reorganizando aquilo que há no tempo com aquilo que há fora dele (RANCIÈRE, 2011). Por fim, pretende-se apresentar os resultados desse projeto tanto em artigos acadêmicos, livros e revistas, quanto a partir de produções audiovisuais e exposições fotográficas.


   nvladi.png   Nadja Vladi Cardoso Gumes

Graduada em Comunicação com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia (1990), mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia (2004) e doutora em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia (2011). Realizou estágio de pós-doutorado na Mccgill University e na Universidade Federal do Rio de Janeiro. É professora adjunta do Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (CECULT) da Universidade Federal da Recôncavo da Bahia (UFRB). É uma das coordenadoras e líderes do grupo de pesquisa Música e Mediações Culturais/MusPop, pesquisadora associada do grupo L.A.M.A. (Laboratório de Análise de Música e Audiovisual) do PPGCOM/UFPE. É sócia da IASPM-AL (Associação Internacional para o Estudo da Música Popular Seção Latino-americana) e da Intercom. É coordenadora do GP Comunicação, Música e Entretenimento da Intercom.Tem experiência na área de Comunicação e Culturas Contemporâneas, com ênfase em estudos culturais, atuando principalmente nos seguintes temas: cenas musicais, música pop, gêneros culturais, mídia, feminismos e cidades.

Projeto de pesquisa: A música pop é global, mas o sotaque é local - territorialidades, cosmopolitismos, valorações e a construção de cenas da música pop do Sul Global

Descrição: Este projeto de pesquisa pretende compreender as estratégias de comunicação da música pop urbana do chamado Sul Global, a partir das suas articulações mercadológicas, sociológicas, ideológicas e seus contextos culturais locais, nacionais e transnacionais. Partindo da discussão da noção de cena musical (STRAW) e sua extensão para conceitos como cosmopolitismos estéticos, localismos, culturas bastardas, cidades e globalizações, temos como estudo de caso da nova música pop urbana de Salvador (Bahia) para compreender como práticas musicais ocupam territorialidades geográficas, econômicas e afetivas, a partir de determinadas experiências político-estéticas que criam novos idiomas estéticos, em um ambiente transcultural. Nesta perspectiva, acreditamos que pensar as cidades como um território-chave é fundamental para compreender o campo da música e seus entornos sociais, políticos e econômicos (STRAW, 2018).



Elipse 1   Regiane Miranda de Oliveira Nakagawa

Graduada em Comunicação Social- habilitação Rádio e TV pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho- Unesp (1995), mestre (2000) e doutora (2007) em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Realizou estágio pós-doutoral em Ciências da Comunicação na ECA-USP (bolsista Fapesp 2011- 2012) e na Universidade Complutense de Madrid (2018-2019). É professora Adjunta do Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Foi Gestora de Pesquisa do CECULT/UFRB no período de 2015 a 2018. É Vice-líder do grupo Grupo de Pesquisa Espaço-Visualidade, Comunicação-Cultura, certificado pela PUC/SP no CNPq, e membro do GPESC - Grupo de Pesquisa em Semiótica e Culturas da Comunicação, certificado pela UFRGS no CNPq. Parecerista da Fapesp. Foi coordenadora do Grupo de Pesquisa Semiótica da Comunicação da Intercom- Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares em Comunicação, de 2011 a 2014. Tem experiência nas áreas de Comunicação, Semiótica da Cultura, Retórica, Mídias e Cidade.

Projeto de pesquisa: A constituição das espacialidades da cidade-meio: semiose, política e sensório.

Este projeto objetiva pontuar os parâmetros que orientam a compreensão do funcionamento da dimensão política da cidade-meio. McLuhan enfatiza que a cidade é uma extensão do sensório como um todo, capaz de incitar formas menos lógicas e mais analógicas de raciocínio. Em conformidade com as ideias do autor, nota-se que a política é uma das dimensões que qualifica a cidade como meio. Porém, nesse contexto, a política não é entendida como um a priori, pois, segundo nossa hipótese, somente pelo tensionamento entre ações opostas, relacionadas "modo de ser" incitadas pela dimensão perceptocognitiva da cidade-meio, a política efetivamente irrompe e faz-se presente na cultura. Como estratégia metodológica de análise, nos apoiaremos na perspectiva epistemológica de estudo da cultura formulada pelo semioticista da Escola de Tártu-Moscou Iúri Lótman. Dessa forma, com base na materialidade da linguagem de um texto cultural (nesse caso, a cidade entendida como meio comunicativo), será feita a discriminação do espaço de relações que ela articula por meio dos intercâmbios e tensionamentos edificados entre distintos sistemas e códigos para, então, inferir as relações incitadas por eles, sendo a política uma delas.



Sefm_título.png   Renata Pitombo Cidreira

Possui graduação em Comunicação (habilitação em Jornalismo - 1992), mestrado (1997) e doutorado (2003) em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia. Tem Pós-doutorado em sociologia pela Université René Descartes, Paris V-Sorbonne (2011). Atualmente é professora associada no Centro de Artes, Humanidades e Letras, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Lidera o grupo de pesquisa Corpo e Cultura, cadastrado no CNPq. Atuou como vice-presidente do evento científico Colóquio de Moda (2018-2019), bem como faz parte do seu Comitê Científico. Autora dos livros Os sentidos da moda (Annablume, 2005), A sagração da aparência (EDUFBA, 2011), As formas da moda (Annablume, 2013), A moda numa perspectiva compreensiva (EDUFRB, 2014), As Vestes da Boa Morte (EDUFRB, 2015) e O Belo Contemporâneo: corpo, moda e arte (J. Andrade, 2019). Tem experiência na área de Comunicação, sobretudo em Estética da Comunicação, com ênfase nas investigações sobre a Moda, atuando principalmente nos seguintes temas: moda, estilo, aparência, figurino, corpo, sensibilidade, performance, cultura e crítica.

Projeto de pesquisa: Outras belezas: o belo no lugar da moda.

Depois da insistente negação do belo no século XX e diante da multiplicidade das intervenções expressivas da contemporaneidade, a problemática do belo tem ressurgido. A crítica que o denegava tem dado lugar a um questionamento sobre novas possibilidades do reconhecimento de novos padrões de beleza, redefinindo o seu papel nos processos de criação e fruição da atualidade. A partir desta inquietação vamos refletir sobre o lugar do belo na contemporaneidade, levando em conta suas especificidades e a possibilidade de absorção das formas no momento atual, desde o seu processo de criação, passando pelo ato contemplativo da recepção, tendo o universo da moda como referência compreendendo, juntamente com Maffesoli (1996), que "o belo partilhado com outros está na base da organização da techné e da polis"(p. 156). Nesse sentido, algumas questões se impõe: Se a beleza, de fato, volta a fazer parte da pauta intelectual, artística e fashion, como ela se constitui? Existem alguns princípios que a balizariam de uma forma diferenciada? A beleza contemporânea se institui a partir de novas maneiras? Como ela nos atinge e afeta? Os marcadores conceituais e metodológicos se inscrevem na tradição da Estética e da recente Estética da Comunicação.



Docente colaborador

André Lemos

André Lemos (http://andrelemos.info) é professor Titular do Departamento de Comunicação e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da Faculdade de Comunicação da UFBA. É engenheiro mecânico formado pela UFBA (1984), Mestre em Política de Ciência e Tecnologia pela COPPE/UFRJ (1991) e Doutor em Sociologia pela Université René Descartes, Paris V, Sorbonne (1995). Foi Visiting Scholar nas Universidades McGill e Aberta, ambas no Canadá (2007-2008) com bolsa de pós-doutorado pelo CNPq e no Programmable City Lab na National University of Irlanda, Maynooth (Bolsa estágio Sênior, CAPES, 2015-2016). Membro fundador da Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura (ABCIBER). Diretor do Lab404 - Laboratório de Pesquisa em Mídia Digital, Redes e Espaço (http://lab404.ufba.br). É atualmente pesquisador 1 do CNPq. Professor visitante em várias universidades brasileiras e estrangeiras. Foi membro titular do Comitê Assessor do CNPQ para a área de comunicação (2009-2012) e Coordenador Geral do Comitê Assessor para as áreas de Comunicação, Ciências da Informação, Museologia e Artes do CNPq (2011-2012). Atua na área de comunicação e sociologia, com ênfase em cultura digital ou cibercultura. Tem 13 livros publicados/organizados e dezenas de artigos em revistas acadêmicas (Qualis A e B) nas áreas de comunicação e sociologia, nacionais e internacionais.



VINÍCIUS MÍDIA E SENSIBILIDADE

Foto: Vinny Nepomuceno

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