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Corpo Docente Comunicação e Memória

brasil 1  espanha



IMG_20210326_160202965.png   Daniela Abreu Matos

Possui graduação em Comunicação Social - Produção em Comunicação e Cultura - pela Universidade Federal da Bahia (1999), mestrado em Comunicação e Cultura Contemporânea pela Universidade Federal da Bahia (2003) e doutorado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (2012). Professora Associada do Centro de Artes, Humanidades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (CAHL/UFRB). Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Estudos Culturais, atuando principalmente nos seguintes temas: juventudes, periferias urbanas e narrativas identitárias. Também dedica-se a estudos voltados para gestão cultural, políticas culturais, elaboração de projetos sociais e captação de recursos para Organizações Sociais.

Projeto de pesquisa: Mídia e narrativas da cultura popular- Tensões e disputas em torno da história e da memória

Esta proposta parte da compreensão da articulação entre comunicação, memória e história, para a observar a atuação da Mídia na produção e circulação de sentidos, percepções e afetos que constituem textos e discursos relacionados à experiência social, em uma dimensão histórica e cultural. Neste sentido, a proposição é analisar produções midiáticas que apontam para tensões e disputas, presentes na sociedade brasileira contemporânea. A partir de uma abordagem teórica e conceitual destinada a esquadrinhar processos comunicacionais em sua condição dupla, de expressão e de construção de signficados, e de relação com modos de perceber o mundo e acionar afetos, pretende-se ampliar o conhecimento sobre a atuação de formas midiáticas e expressivas que discutem, sob uma perspectiva contra-hegemônica, questões do feminino, étnicas, de identidade de gênero e de território. Se constituem como materiais empíricos para observação do entrecruzamento entre mídia, memória e história produções que desestabilizam aspectos da hegemonia, de formas expressivas midiática e/ou valores, sentidos e práticas culturais.



eu   Guilherme Moreira Fernandes

Doutor em Comunicação e Cultura pelo Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (2018). Mestre em Comunicação pelo Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora (2012). Bacharel em Comunicação Social (habilitação Jornalismo) pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2009). Realizou estágio pós-doutoral junto ao Programa de Pós-graduação em Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa (2020). Professor Adjunto do Centro de Artes, Humanidades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (CAHL/UFRB). É pesquisador do Grupo de Pesquisa Corpo e Cultura (CNPq/UFRB). É presidente da Rede de Estudos e Pesquisa em Folkcomunicação (Rede Folkcom - gestão 2019/2021) e coordenador do GP História das Mídias Audiovisuais da Associação Brasileira de Pesquisadores de História da Mídia (Alcar). Associado da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom). Tem pesquisado sobre folkcomunicação, censura às diversões públicas e homossexualidade nas telenovelas.

Projeto de pesquisa: Mentalidade Censória: expressões dos dirigentes no Jornalismo e a censura à Telenovela (1970-1988)

Este projeto é divido em duas partes. A primeira busca compreender a mentalidade censória dos dirigentes do processo censório refletida no jornalismo. A censura que objetivamos estudar é a de Diversões Públicas. Por dirigentes censórios ? de acordo com o organograma expresso no Decreto nº 20.493, de 24 de janeiro de 1946, responsável por aprovar o regulamento do Serviço de Censura de Diversões Públicas (SCDP), bem como suas modificações entendemos: 1) Ministro da Justiça; 2) Chefe do Departamento de Polícia Federal; 3) Diretor do SCDP (que, a partir de 1972, passa a ser denominado de Divisão de Censura às Diversões Públicas [DCDP]). A segunda parte do projeto que consiste na comparação entre os discursos expressos e os documentos (sobretudo pareceres) elaborados pelos censores e depositados no Arquivo Nacional de Brasília. Como recorte, nesta fase do projeto, privilegiaremos a censura às telenovelas, utilizando o mesmo período de temporal (1970-1988). Entendemos que o processo de censura de diversões públicas ao cinema, teatro, música e livros já receberam diversos e importantes estudos acadêmicos. A televisão, principal veículo de comunicação do período e o gênero telenovela, principal produto da nossa indústria cultural, ainda carecem de pesquisas. Ademais, privilegiaremos as telenovelas na faixa das 20 horas, a mais nobre do mercado. Durante o período as seguintes emissoras apresentaram telenovelas: Tupi, Globo, Record, Band, TVS/SBT e Manchete. No universo teórico, privilegia-se a visão de mentalidade desenvolvida por Michel Vovelle (1991) e no âmbito técnico-metodológico operamos com a análise documental.


 

  Hérica   Hérica Lene

Jornalista pela UFES, doutora e realizou estágio pós-doutoral em Comunicação e Cultura pela UFRJ, mestre em Comunicação pela UFF e especialista em Estratégias em Comunicação Organizacional (Faculdade Cândido Mendes de Vitória-ES). Professora do Centro de Artes, Humanidades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (CAHL/UFRB). Coordena o grupo de pesquisa "Comunicação, identidades e memória" e desenvolve, principalmente, pesquisas sobre história da imprensa. Recebeu, em 2007, o Prêmio Freitas Nobre, concedido pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom); e, em 2001, o 7º Prêmio Capixaba de Jornalismo. É autora dos livros "Jornalismo de economia do Brasil" (Editora UFRB, 2013) e "Jornais Centenários do Brasil" (Labcom/Universidade da Beira Interior - 2020).

Projeto de pesquisa: História da imprensa no Brasil do século XIX: uma rede de pesquisa (capítulo Bahia)

A carência de obras de síntese sobre história da comunicação produz alguns problemas nas pesquisas que pretendem interpretar os movimentos e processos comunicacionais envolvidos na construção dessa história. Ainda hoje, no século XXI, a principal obra de síntese sobre a história da imprensa no Brasil continua sendo o valioso trabalho de Nelson Werneck Sodré, escrito em 1966 e tributário de uma interpretação que privilegiava o marxismo como pedra de toque teórica para a explicação dos pressupostos históricos da imprensa no Brasil. De lá até a segunda década do século XXI muitas pesquisas foram realizadas, mas poucas obras de síntese sobre a história da imprensa foram produzidas. Diante desse diagnóstico, integramos, como o capítulo Bahia, uma de rede de pesquisadores que, juntos, vão produzir uma nova interpretação sobre a história da imprensa brasileira, limitando-a em um primeiro momento aos estudos sobre o século XIX.



foto jussara peixoto maia  Jussara Maia

Possui graduação em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo (Universidade Federal da Bahia -1992), com Mestrado (2005), Doutorado (2012) em Comunicação e Cultura Contemporâneas (Universidade Federal da Bahia) e Pós-Doutorado em Comunicação (Universidade Federal de Minas Gerais). Professora Associada do Centro de Artes, Humanidades e Letras, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia e pesquisadora associada do Centro de Pesquisa em Estudos Culturais e Transformações na Comunicação (TRACC), da Universidade Federal da Bahia. Tem experiência profissional na área de Comunicação Social e Jornalismo, com ênfase em Telejornalismo, Jornalismo Impresso e Comunicação Organizacional, áreas nas quais atua no âmbito acadêmico, em atividades de ensino e pesquisas que investigam as relações entre Comunicação, Cultura, Política e Sociedade.

Projeto de pesquisa: Mídia e narrativas da cultura popular. Tensões e disputas em torno da história e da memória

Esta proposta parte da compreensão da articulação entre comunicação, memória e história, para a observar a atuação da mídia na produção e circulação de sentidos, percepções e afetos que constituem textos e discursos relacionados à experiência social, em uma dimensão histórica e cultural. Neste sentido, a proposição é analisar produções midiáticas que apontam para tensões e disputas, presentes na sociedade brasileira contemporânea. A partir de uma abordagem teórica e conceitual destinada a esquadrinhar processos comunicacionais em sua condição dupla, de expressão e de construção de signficados, e de relação com modos de perceber o mundo e acionar afetos, pretende-se ampliar o conhecimento sobre a atuação de formas midiáticas e expressivas que discutem, sob uma perspectiva contra hegemônica, questões do feminino, étnicas, de identidade de gênero e de território. Se constituem como materiais empíricos para observação do entrecruzamento entre mídia, memória e história produções que desestabilizam aspectos da hegemonia, de formas expressivas midiática e/ou valores, sentidos e práticas culturais.



marcha das vadias vha   Lilian Reichert Coelho

Graduada em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Estadual de Londrina (1998), mestre em Estudos Literários pela UNESP-Araraquara (2000) e doutora em Letras (Literatura Contemporânea) pela Universidade Federal da Bahia (2009). Docente do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências, da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). Professora Permanente do Programa de Pós-Graduação em Estado e Sociedade (UFSB). Na pesquisa e na extensão, tem interesse em: literatura contemporânea em língua inglesa, literatura brasileira contemporânea, literatura e jornalismo, comunicação e educação populares. Desde 20 de abril de 2020, é Pró-Reitora de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Sul da Bahia.


Projeto de pesquisa: Partilhas literárias para a elaboração de práticas de leitura interdisciplinares: proposta de mediação em escolas públicas dos estados da Bahia e de Rondônia.

A presente pesquisa pretende discutir a questão do lugar institucional da literatura na Educação Básica por meio de pesquisa-ação realizada com professores do ensino médio de escolas públicas de dois Estados brasileiros, a saber Bahia e Rondônia. Será desenvolvida em espaços investigativos mediados pela pesquisa-ação, denominados, neste trabalho, de laboratórios experimentais interdisciplinares, cujos sujeitos-professores constituem-se como autores das reflexões acerca do lugar institucional da literatura. É um desdobramento do projeto. Uma das hipóteses é de que a criação de ambientes de proposição e de escuta de práticas interdisciplinares na área de literatura permitirá um melhor reconhecimento do estado atual da literatura em face das políticas públicas educacionais propostas para a Educação Básica no que diz respeito à área em estudo. Parte-se do princípio de que atualmente outras áreas como a Educação e o ensino de Língua Portuguesa desconsideram a literatura como disciplina que possui seu próprio campo de atuação, subsistindo a ideia de que cabe a esta tão somente o papel de médium de expressões linguísticas e político ideológicas.



9 Sergio Mattos   Sérgio Mattos

Doutor em Comunicação pela Universidade do Texas, Austin, Estados Unidos (1982), vem realizando pesquisas sobre o desenvolvimento dos meios de comunicação de massa no Brasil desde a década de 1970. É professor aposentado da UFBA e docente do Centro de Artes, Humanidades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Exerceu a função de superintendente da Editora da UFRB durante o período de março de 2010 a dezembro de 2019.

Projeto de pesquisa Memória do Jornalismo Brasileiro - Biografias

Este projeto tem o objetivo de pesquisar a vida e a obra de grandes nomes do jornalismo brasileiro, produzindo a biografia de cada um deles. A primeira biografia produzida foi a de José Marques de Melo, transformada em livro, cuja primeira edição foi publicada pela Editora Vozes/INTERCOM, no ano de 2010 e a segunda edição, atualizada e ampliada, foi publicada em 2014 em versão digital pela INTERCOM. Ainda como complementação a este projeto, em 2019 foi publicado novo livro, intitulado "José Marques de Melo: Um poço de saberes".



RUA 13 DE MAIO CAMILLA COMUNICAÇÃO E MEMÓRIA


Foto: Camilla Souza





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